25 de out de 2009

Danilo Gentili

Pra variar, mais de uma semana sem postar.
Estava esperando um bom assunto, e hoje, ele apareceu.
Quem aqui gosta de Stand Up Humor? Acho q é a primeira vez em anos, que falo no assunto com a certeza de que não vão me perguntar o que é isso (ta, sou da época de Seinfeld).
Ontem, domingo, fui assistir ao show de Danilo Gentili. Sou fã assumida dele, o que me faz um tanto suspeita pra falar a respeito. Já virei noites e mais noites com a cara no monitor, assistindo aos vídeos dele no youtube.
Ele é genialmente retardado, não consigo achar outras palavras pra defini-lo.
Não sou de rir de piadinhas, mas passei mal de rir no show. A amiga que foi comigo, coitada, quase asfixiou com a própria risada.
O Gentili é brilhante pra fazer piadas com coisas cotidianas. Até o jeito do cara é engraçado, ele nem precisa falar pras pessoas começarem a rir. Ele realmente nasceu pra ser comediante (ou palhaço *coff coff*).
Sinceramente, não sei o que é mais hilariante, as piadas ou as interpretações. Aquilo cura até depressão.

Em resumo, recomendo muito o Stand Up do Gentili. Se tiverem a chance de ir ver ao vivo, não a percam.

Bora rir um pouco?






Duas coisas que me cruzaram a mente quando o vi:
1- Sério mesmo que a voz dele é assim?
2- Se abrir o armário dele, você se sente olhando o armário do Jhonny Bravo?

4 de out de 2009

Ramones

Pra variar, um longo tempo sem postar. Juro que to tentando evitar isso, mas ta complicado.

Hoje, vamos aos clássicos, Ramones.

Douglas Colvin e John Cummings resolveram montar uma banda e convidaram Jeffrey Hyman pra participar. Aí nasceu Ramones. Ainda existem controvérsias sobre de onde tiraram esse nome, alguns dizem que foi uma homenagem ao produtor Phill Ramone, outros, que foi uma brincadeira com a história de Paul McCartney se registrar como Paul Ramon nos hotéis.

Nos ensaios, os Ramones perceberam que Joey não conseguia tocar bateria e cantar, nem Dee Dee tocar baixo cantando (na formação original, Joey era baterista, John guitarrista e Dee Dee baixista). Resolveram então arrumar um novo baterista, e deixar Joey no vocal. Thomas Erdelyi, amigo da banda, os deixou usar o pequeno estúdio onde trabalhava, para a banda fazer os testes. Ele tocava bateria com a banda, para mostrar o tipo de som, para os bateristas em potencial. Thomas Erdely acabou virando Tommy Ramone.

Em 1974, a banda estreou. Fazia parte da cena underground de Nova York. Daí pra frente, as portas se abriram. Em 75 conseguiram contrato com a gravadora Sire Records, e em 76, sai o primeiro LP, chamado apenas ‘Ramones’. Começam os shows de divulgação do LP, nos Estados Unidos e Inglaterra.

Em 77 lançaram Leave Home e Rocket to Rússia, e dali shows de divulgação, por todos os Estados Unidos e Europa.

Nesse mesmo ano, foi gravado It’s Alive, primeiro álbum ao vivo da banda, que só foi lançado em 79.
Em 78, lançaram 3 albúns, mas o público estava apático ao gênero, apesar de sempre lotaram as casas de shows. Tommy Ramone deixa a banda por não conseguir lidar com a longas turnês que eles vinham fazendo, e Marc Bell entra em seu lugar, virando
Marky Ramone.

Como o novo baterista, viram que estava na hora de fazer algo mais comercial, sem perder quem eles eram. Lançam Road to Ruin, que sofreu modificações pela gravadora. No fim de 78, começaram a gravar o filme Rock’n’Roll High School.

Em 80, lançaram The end of the Century, que começou a causar atritos na banda. Em 81, a situação entre os membros ficou crítica, apesar de não ter ficado público, os membros mal se falavam.

Em 83 Marky foi internado em uma clinica de reabilitação, após começar a não aparecer nos shows, por causa do alcoolismo. Foi substituído por Richard Reinhardt, ou Richie Ramone. Nesse ano, Johnny correu risco de vida, após apanhar em um bar, acordou em um hospital, após uma cirurgia e com o crânio fraturado. O incidente uniu a banda, e Dee Dee fez a música Too Tough To Die, em sua homenagem.

Em 86 Halfway to Sanity, produzido por eles mesmos.

Em 87, Richie casa e sai da banda (na verdade, a esposa dele anunciou a banda que ele estava saindo) e Clem Burke entra como Elvis Ramone, por apenas dois desastrosos shows. Assim, Marky, recuperado, volta para banda.

Em 89, Dee Dee resolve abandonar tudo, os Ramones, sua esposa e seus anos longe de drogas. Depois de audições, Christopher Joseph Wasd, passou a ser novo baixista CJ Ramone.
Nos anos 90, Dee Dee compunha algumas músicas e as vendia para os Ramones.
Em 94, Joey descobre estar com câncer, e em 95, anuncia a banda que não tem mais condições de fazer shows. Somando isso aos problemas internos dos membros, começa o fim. Uma ultima tour mundial, finalizaria a carreira da banda. Tocaram pela ultima vez, em 96. O show número 2.263, em Hollywood.





www.officialramones.com


11 de set de 2009

My Sister's keeper

Olá olá, desculpem por ter largado o blog, ossos do ofício de fazer uma faculdade em que se vive de trabalhos.

Pretendia escrever de banda hoje, mas não resisti. Um filme que espero há algum tempo pra ver, está estreando nos cinemas Uma Prova de Amor (My Sister’s Keeper). Estrelado por Cameron Diaz, Abigail Breslin e Sofia Vassilieva, o filme toca num assunto não muito discutido publicamente, mas bem delicado. O que acontece em uma família que tem um novo filho pra salvar outro?

No filme, Kate tem leucemia, e o casal decide ter outro filho, para torna-la doadora e salvadora da menina. Nasce então Anna, que passa a vida em médicos, gostando ou não, nasceu especificamente para aumentar os anos de vida da irmã. Até que, cansada dessa vida, contrata um advogado que viu na tv, e pede para ser amancipada, e eis que a guerra começa.
Quem seria o errado nessa história? Os pais que colocam uma criança saudável em procedimentos médicos desde que ela nasce; ou uma menina de 11 anos, cansada de viver em hospitais, após descobrir que só existe para ser doadora da irmã, e resolve que deve ser a dona de seu próprio corpo, mesmo sendo a única chance de vida da irmã?

Amanhã verei o filme, espero que atinja as expectativas que o trailer cria:




Ps.: tem algumas gafes na legenda, mas nada exagerado.

22 de ago de 2009

Sherlock Holmes

Olá pessoas. Desculpe a demora, mal voltei as aulas, já me encontro prestes a cometer assassinatos lá.

Bora ao assunto. Ontem me perguntaram se vi o trailer do novo filme do Sherlock Holmes (minha desilusão de infância, foi quando descobri que ele nunca existiu), então, por que não comentar sobre esse filme?
Nas primeiras fotos que vi, achei algumas coisas estranhas, a começar pelo Judd Law de Watson. Ele, provavelmente, seria a ultima pessoa que eu pensaria pra esse papel, e Robert Downey Jr de Sherlock Homes, me foi um tanto chocante tambem.
Ambos os atores, fogem por completo das descrições dos personagens, apresentados nos livros. Mas, são ótimos atores, e isso é inegável, quem sabe consigam mudar minha visão, quando eu assistir o filme.

Mas o que está me matando, é a cena de luta no trailer, não discuto que Hollywood precisa colocar ação na estória, para que ela fique mais vendável, mas, é humanamente impossível imaginar Sherlock Holmes lutando. Das cenas apresentadas no trailer, não encontrei uma única que mostrasse o Holmes descrito nos livros de Conan Doyle. O jeito é esperar o filme e evitar tirar maiores conclusões até lá.

E pra quem quiser conhecer o Sherlock Holmes, vá direto no livro ‘Um estudo em vermelho’. No inicio dele (que é o primeiro), Watson faz uma lista de qualidades e defeitos de Holmes. Por ela, você conhece muito do brilhante detetive dos contos.



Aqui vai o trailer:




E vou parar por aqui, se eu desembestar no assunto Holmes, faço um livro! hahaha

6 de ago de 2009

Jerry Lee Lewis

Mais um post por culpa de um show que se aproxima. Já devem ter imaginado que me refiro ao show do Jerry Lee Lewis. Particularmente, Rockabilly é um dos meus gêneros preferidos (possivelmente até o meu preferido).

Tenho uma simpatia especial do Lewis, graças ao episódio que o levou preso pela segunda vez. Quer dizer, quem chega em Graceland para visitar Elvis, é barrado na porta pelos seguranças e diz a eles que está lá pra matar Elvis? Pois é...

Vamos lá. Lewis é inegavelmente o melhor pianista e mais ousado, que esse planeta já viu. Ficou conhecido pelas formas ‘exóticas’de tocar piano, tocava em pé, batia nas teclas, sentava nas coitadas, e principalmente, por tocar um piano em chamas (dava meus dois braços pra ter visto esse show!).

Como a maior parte dos cantores da época, Lewis começou cantando na igreja pentecostal.

Em 1950, ele foi expulso de uma escola por mal comportamento, e em 54, entrou no movimento, até então revolucionário e inaceitável, do rock and roll. Em 56, fez uma audição gravou seu primeiro album, com selo do Sun Studios (mesmo lugar onde meu amado Elvis começou), o qual pelo que me consta, não tinha nome, era ‘Jerry Lee Lewis’ mesmo.

No ano seguinte, ganhou fama internacional com o single Whole Lotta Shakin’ Goin’ On. Pouco depois, laçou sua música mais famosa, Great Balls On Fire. E o piano em chamas foi por essa época.

Em 58, sua fama afundou... Foi descoberto que alem de sua esposa ter 13 anos, e não 15 como ele dizia, ela era também prima em segundo grau de Lewis. Teve a tour pela Inglaterra interrompida, e enfrentou a ira de meio mundo, ao voltar para os Estados Unidos.
Só conseguiu começar a se reerguer, na Europa, no inicio dos anos 60. Em 64, lançou Live At The Star Club, Hamburg, album ao vivo (o nome já diz tudo), e então decidiu focar na música country. O single "Another Place, Another Time", foi um grande sucesso, mas nunca alcançou novamente o sucesso que já havia feito.

Felizmente, em 72, Lewis resolveu voltar para o rock, mas se manteve em ambos os gêneros.

Daí pra frente, a carreira dele estabilizou. Faz sucesso com fãs de clássicos, e é relativamente conhecido por suas loucuras.

E falando de Jerry Lee Lewis, não podemos ignorar algumas coisas como o quarteto Lewis-Presley-Cash-Perkins, no álbum ‘Class of 55’, gravado em dezembro de 56.

E artes da vida pessoal dele, como ter tido N esposas, perdido 2 filhos em acidentes (um afogado, outro em acidente de automobilístico), ter casado com a segunda esposa antes mesmo de separar da primeira (a primeira foi a que causou todo caos na vida e carreira dele). Sem falarmos de drogas e alcool... Mas bom, que grande artista dessa época não fazia parte desse mundo?

Ahh, recomendo o filme ‘Great Balls of Fire!’, de 89. É uma biográfia bem divertida, baseada num livro escrito pela primeira mulher dele. E o Dennis Quaid interpretando-o, é hilariante.



www.jerryleelewis.com

26 de jul de 2009

AC/DC

Cá estava eu, pensando com meus botões, sobre qual banda eu escreveria, até que recebo a informação do show do AC/DC confirmado. Então preciso nem dizer qual a banda que escolhi, né?
A banda foi formada em 1973, em Sydney. Em 75 lançaram o primeiro álbum High Voltage, e tiveram sua primeira troca significativa de membros. Malcolm e Angus Young perceberam que Dave Evans não tinha o estilo de vocal que queriam, o substituíram por Bom Scott.
Em 76 saí o segundo álbum, TNT. O álbum foi lançado com o selo da Atlantic Records, lhes dando a oportunidade de começar uma tour pela Europa.
Em 77, novo álbum e novo baixista. Let There be Rock lança, e Mark Evans saí, deixando seu posto para Cliff Willians.
Powerage, lançado em 78, foi o último álbum antes da fama chegar com tudo para o AC/DC. O sexto álbum e primeiro grande sucesso, Highway To Hell, estreou em 79. Também foi o ultimo álbum com Scott nos vocais.
Bom Scott morre em 1980, no auge de seu sucesso, e se torna um ícone (reparou que tudo q você precisa pra ser imortalizado, é fazer sucesso relâmpago e morrer antes de voltar a ser um desconhecido, né?).
Com a trágica morte de Scott (não consigo achar outra definição pra uma morte descrita como ‘se afogou por respirar o próprio vomito, após beber demais), a banda cogitou a possibilidade de terminar, mas acabaram por selecionar Brian Johnson como seu novo vocalista, o que eu diria que foi uma ótima escolha. O sétimo álbum da banda, Back In Black, é uma referencia até hoje.
No ano seguinte, For Those About To Rock We Salut You lançou e teve boa aceitação de público e crítica.
Em 83, o baterista Phill Rudd é demitido e substituído por Simon Wright. No mesmo ano, mais um álbum (eu to começando a cansar aqui com tantos álbuns) Flick Of The Switch, considerado uma grande decepção pelos fãs.
3 anos após isso, lança Who Made Who, com sucessos antigo e algumas músicas inéditas.
Blow Up Your Video, lançado em 88 compensa os 2 álbuns anteriores e faz quase tanto sucesso quanto Back in Black. Após a turna de divulgação do Blow Up, Writgh sai da banda, e Chris Slade entra em deu lugar.
Em 90 The Razors Edge é gravado e mantém o sucesso.
Em 1995 Phil Rudd volta para a banda e eis que a formação de 1980 está de volta (eles podiam ter facilitado minha vida e ter mantido a banda nessa formação, já que iam voltar mesmo!) e lançam Ballbreaker.
Em 97 sai uma Box chamada Bonfere, com 4 álbuns antigos.
Em 2004, o milésimo... Ta, décimo quarto álbum Stiff Upper Lip.
Finalmente, o álbum que os traz para o Brasil esse ano, Black Ice.
Ainda não tenho maiores informações sobre o show. A informação só foi confirmada dia 15 agora, então, to que nem plantão da globo, qualquer novidade, posto aqui, a qualquer momento.

Como sempre, fiquem com vídeos aí.






Ahhh, claro. AC/DC significa alternating current/direct current. Os Young viram atrás de uma máquina de costura e gostaram.

22 de jul de 2009

Alice no País das Maravilhas

Olá pessoas!

Vamos lá, assunto cinema, como vocês já sabem.
Hoje, passei o dia todo me deparando com o trailer do novo filme do meu mestre,
Tim Burton (sim, eu literalmente vivo em sites de filmes, o que provavelmente explica muita coisa). Alice no país das maravilhas. A estória já é absurdamente maluca, sempre achei que quando Linda Woolverton a escreveu, tinha fumado o coelho branco.
Agora imaginemos como um conto desses deve ter ficado através dos olhos do Burton? A fotografia impecável que aparece em todos os seus filmes e o humor ácido, ao mesmo tempo leve, que só ele sabe como usar. Desde que li sobre Tim Burton dirigir o filme, estou dando um braço pra ver o resultado, mas infelizmente, apenas em abril de 2010 que poderemos ter a constatação de que Burton não falha nunca.
Como não poderia faltar, Johnny Depp tem um dos principais papéis no filme, afinal, só um gênio maluco pra entender outro, e , perdoe a ousadia, mas essa foi a melhor parceria que o cinema já vi.
Ah, claro, a cereja do bolo, a esposa/noiva do Burton, Helena Bonhan Carter, presente em grande parte de seus filmes. Tenho uma grande admiração por essa atriz, ela é um tipo de Johnny Depp de saias.
Como Alice,
Mia Wasokowska, uma atriz ainda desconhecida, mas um rosto familiar para quem já assistiu a série In Treatment. E Anne Hathaway, um dos grandes lançamentos da Disney (ignoremos os lançamentos da Disney, na fase músicais pré adolescentes, por favor), como Rainha Branca.

Trailer que vazou hoje na internet. Milagrosamente, Hollywood fez bom uso dos efeitos especiais.