25 de out de 2009

Danilo Gentili

Pra variar, mais de uma semana sem postar.
Estava esperando um bom assunto, e hoje, ele apareceu.
Quem aqui gosta de Stand Up Humor? Acho q é a primeira vez em anos, que falo no assunto com a certeza de que não vão me perguntar o que é isso (ta, sou da época de Seinfeld).
Ontem, domingo, fui assistir ao show de Danilo Gentili. Sou fã assumida dele, o que me faz um tanto suspeita pra falar a respeito. Já virei noites e mais noites com a cara no monitor, assistindo aos vídeos dele no youtube.
Ele é genialmente retardado, não consigo achar outras palavras pra defini-lo.
Não sou de rir de piadinhas, mas passei mal de rir no show. A amiga que foi comigo, coitada, quase asfixiou com a própria risada.
O Gentili é brilhante pra fazer piadas com coisas cotidianas. Até o jeito do cara é engraçado, ele nem precisa falar pras pessoas começarem a rir. Ele realmente nasceu pra ser comediante (ou palhaço *coff coff*).
Sinceramente, não sei o que é mais hilariante, as piadas ou as interpretações. Aquilo cura até depressão.

Em resumo, recomendo muito o Stand Up do Gentili. Se tiverem a chance de ir ver ao vivo, não a percam.

Bora rir um pouco?






Duas coisas que me cruzaram a mente quando o vi:
1- Sério mesmo que a voz dele é assim?
2- Se abrir o armário dele, você se sente olhando o armário do Jhonny Bravo?

4 de out de 2009

Ramones

Pra variar, um longo tempo sem postar. Juro que to tentando evitar isso, mas ta complicado.

Hoje, vamos aos clássicos, Ramones.

Douglas Colvin e John Cummings resolveram montar uma banda e convidaram Jeffrey Hyman pra participar. Aí nasceu Ramones. Ainda existem controvérsias sobre de onde tiraram esse nome, alguns dizem que foi uma homenagem ao produtor Phill Ramone, outros, que foi uma brincadeira com a história de Paul McCartney se registrar como Paul Ramon nos hotéis.

Nos ensaios, os Ramones perceberam que Joey não conseguia tocar bateria e cantar, nem Dee Dee tocar baixo cantando (na formação original, Joey era baterista, John guitarrista e Dee Dee baixista). Resolveram então arrumar um novo baterista, e deixar Joey no vocal. Thomas Erdelyi, amigo da banda, os deixou usar o pequeno estúdio onde trabalhava, para a banda fazer os testes. Ele tocava bateria com a banda, para mostrar o tipo de som, para os bateristas em potencial. Thomas Erdely acabou virando Tommy Ramone.

Em 1974, a banda estreou. Fazia parte da cena underground de Nova York. Daí pra frente, as portas se abriram. Em 75 conseguiram contrato com a gravadora Sire Records, e em 76, sai o primeiro LP, chamado apenas ‘Ramones’. Começam os shows de divulgação do LP, nos Estados Unidos e Inglaterra.

Em 77 lançaram Leave Home e Rocket to Rússia, e dali shows de divulgação, por todos os Estados Unidos e Europa.

Nesse mesmo ano, foi gravado It’s Alive, primeiro álbum ao vivo da banda, que só foi lançado em 79.
Em 78, lançaram 3 albúns, mas o público estava apático ao gênero, apesar de sempre lotaram as casas de shows. Tommy Ramone deixa a banda por não conseguir lidar com a longas turnês que eles vinham fazendo, e Marc Bell entra em seu lugar, virando
Marky Ramone.

Como o novo baterista, viram que estava na hora de fazer algo mais comercial, sem perder quem eles eram. Lançam Road to Ruin, que sofreu modificações pela gravadora. No fim de 78, começaram a gravar o filme Rock’n’Roll High School.

Em 80, lançaram The end of the Century, que começou a causar atritos na banda. Em 81, a situação entre os membros ficou crítica, apesar de não ter ficado público, os membros mal se falavam.

Em 83 Marky foi internado em uma clinica de reabilitação, após começar a não aparecer nos shows, por causa do alcoolismo. Foi substituído por Richard Reinhardt, ou Richie Ramone. Nesse ano, Johnny correu risco de vida, após apanhar em um bar, acordou em um hospital, após uma cirurgia e com o crânio fraturado. O incidente uniu a banda, e Dee Dee fez a música Too Tough To Die, em sua homenagem.

Em 86 Halfway to Sanity, produzido por eles mesmos.

Em 87, Richie casa e sai da banda (na verdade, a esposa dele anunciou a banda que ele estava saindo) e Clem Burke entra como Elvis Ramone, por apenas dois desastrosos shows. Assim, Marky, recuperado, volta para banda.

Em 89, Dee Dee resolve abandonar tudo, os Ramones, sua esposa e seus anos longe de drogas. Depois de audições, Christopher Joseph Wasd, passou a ser novo baixista CJ Ramone.
Nos anos 90, Dee Dee compunha algumas músicas e as vendia para os Ramones.
Em 94, Joey descobre estar com câncer, e em 95, anuncia a banda que não tem mais condições de fazer shows. Somando isso aos problemas internos dos membros, começa o fim. Uma ultima tour mundial, finalizaria a carreira da banda. Tocaram pela ultima vez, em 96. O show número 2.263, em Hollywood.





www.officialramones.com


11 de set de 2009

My Sister's keeper

Olá olá, desculpem por ter largado o blog, ossos do ofício de fazer uma faculdade em que se vive de trabalhos.

Pretendia escrever de banda hoje, mas não resisti. Um filme que espero há algum tempo pra ver, está estreando nos cinemas Uma Prova de Amor (My Sister’s Keeper). Estrelado por Cameron Diaz, Abigail Breslin e Sofia Vassilieva, o filme toca num assunto não muito discutido publicamente, mas bem delicado. O que acontece em uma família que tem um novo filho pra salvar outro?

No filme, Kate tem leucemia, e o casal decide ter outro filho, para torna-la doadora e salvadora da menina. Nasce então Anna, que passa a vida em médicos, gostando ou não, nasceu especificamente para aumentar os anos de vida da irmã. Até que, cansada dessa vida, contrata um advogado que viu na tv, e pede para ser amancipada, e eis que a guerra começa.
Quem seria o errado nessa história? Os pais que colocam uma criança saudável em procedimentos médicos desde que ela nasce; ou uma menina de 11 anos, cansada de viver em hospitais, após descobrir que só existe para ser doadora da irmã, e resolve que deve ser a dona de seu próprio corpo, mesmo sendo a única chance de vida da irmã?

Amanhã verei o filme, espero que atinja as expectativas que o trailer cria:




Ps.: tem algumas gafes na legenda, mas nada exagerado.

22 de ago de 2009

Sherlock Holmes

Olá pessoas. Desculpe a demora, mal voltei as aulas, já me encontro prestes a cometer assassinatos lá.

Bora ao assunto. Ontem me perguntaram se vi o trailer do novo filme do Sherlock Holmes (minha desilusão de infância, foi quando descobri que ele nunca existiu), então, por que não comentar sobre esse filme?
Nas primeiras fotos que vi, achei algumas coisas estranhas, a começar pelo Judd Law de Watson. Ele, provavelmente, seria a ultima pessoa que eu pensaria pra esse papel, e Robert Downey Jr de Sherlock Homes, me foi um tanto chocante tambem.
Ambos os atores, fogem por completo das descrições dos personagens, apresentados nos livros. Mas, são ótimos atores, e isso é inegável, quem sabe consigam mudar minha visão, quando eu assistir o filme.

Mas o que está me matando, é a cena de luta no trailer, não discuto que Hollywood precisa colocar ação na estória, para que ela fique mais vendável, mas, é humanamente impossível imaginar Sherlock Holmes lutando. Das cenas apresentadas no trailer, não encontrei uma única que mostrasse o Holmes descrito nos livros de Conan Doyle. O jeito é esperar o filme e evitar tirar maiores conclusões até lá.

E pra quem quiser conhecer o Sherlock Holmes, vá direto no livro ‘Um estudo em vermelho’. No inicio dele (que é o primeiro), Watson faz uma lista de qualidades e defeitos de Holmes. Por ela, você conhece muito do brilhante detetive dos contos.



Aqui vai o trailer:




E vou parar por aqui, se eu desembestar no assunto Holmes, faço um livro! hahaha

6 de ago de 2009

Jerry Lee Lewis

Mais um post por culpa de um show que se aproxima. Já devem ter imaginado que me refiro ao show do Jerry Lee Lewis. Particularmente, Rockabilly é um dos meus gêneros preferidos (possivelmente até o meu preferido).

Tenho uma simpatia especial do Lewis, graças ao episódio que o levou preso pela segunda vez. Quer dizer, quem chega em Graceland para visitar Elvis, é barrado na porta pelos seguranças e diz a eles que está lá pra matar Elvis? Pois é...

Vamos lá. Lewis é inegavelmente o melhor pianista e mais ousado, que esse planeta já viu. Ficou conhecido pelas formas ‘exóticas’de tocar piano, tocava em pé, batia nas teclas, sentava nas coitadas, e principalmente, por tocar um piano em chamas (dava meus dois braços pra ter visto esse show!).

Como a maior parte dos cantores da época, Lewis começou cantando na igreja pentecostal.

Em 1950, ele foi expulso de uma escola por mal comportamento, e em 54, entrou no movimento, até então revolucionário e inaceitável, do rock and roll. Em 56, fez uma audição gravou seu primeiro album, com selo do Sun Studios (mesmo lugar onde meu amado Elvis começou), o qual pelo que me consta, não tinha nome, era ‘Jerry Lee Lewis’ mesmo.

No ano seguinte, ganhou fama internacional com o single Whole Lotta Shakin’ Goin’ On. Pouco depois, laçou sua música mais famosa, Great Balls On Fire. E o piano em chamas foi por essa época.

Em 58, sua fama afundou... Foi descoberto que alem de sua esposa ter 13 anos, e não 15 como ele dizia, ela era também prima em segundo grau de Lewis. Teve a tour pela Inglaterra interrompida, e enfrentou a ira de meio mundo, ao voltar para os Estados Unidos.
Só conseguiu começar a se reerguer, na Europa, no inicio dos anos 60. Em 64, lançou Live At The Star Club, Hamburg, album ao vivo (o nome já diz tudo), e então decidiu focar na música country. O single "Another Place, Another Time", foi um grande sucesso, mas nunca alcançou novamente o sucesso que já havia feito.

Felizmente, em 72, Lewis resolveu voltar para o rock, mas se manteve em ambos os gêneros.

Daí pra frente, a carreira dele estabilizou. Faz sucesso com fãs de clássicos, e é relativamente conhecido por suas loucuras.

E falando de Jerry Lee Lewis, não podemos ignorar algumas coisas como o quarteto Lewis-Presley-Cash-Perkins, no álbum ‘Class of 55’, gravado em dezembro de 56.

E artes da vida pessoal dele, como ter tido N esposas, perdido 2 filhos em acidentes (um afogado, outro em acidente de automobilístico), ter casado com a segunda esposa antes mesmo de separar da primeira (a primeira foi a que causou todo caos na vida e carreira dele). Sem falarmos de drogas e alcool... Mas bom, que grande artista dessa época não fazia parte desse mundo?

Ahh, recomendo o filme ‘Great Balls of Fire!’, de 89. É uma biográfia bem divertida, baseada num livro escrito pela primeira mulher dele. E o Dennis Quaid interpretando-o, é hilariante.



www.jerryleelewis.com

26 de jul de 2009

AC/DC

Cá estava eu, pensando com meus botões, sobre qual banda eu escreveria, até que recebo a informação do show do AC/DC confirmado. Então preciso nem dizer qual a banda que escolhi, né?
A banda foi formada em 1973, em Sydney. Em 75 lançaram o primeiro álbum High Voltage, e tiveram sua primeira troca significativa de membros. Malcolm e Angus Young perceberam que Dave Evans não tinha o estilo de vocal que queriam, o substituíram por Bom Scott.
Em 76 saí o segundo álbum, TNT. O álbum foi lançado com o selo da Atlantic Records, lhes dando a oportunidade de começar uma tour pela Europa.
Em 77, novo álbum e novo baixista. Let There be Rock lança, e Mark Evans saí, deixando seu posto para Cliff Willians.
Powerage, lançado em 78, foi o último álbum antes da fama chegar com tudo para o AC/DC. O sexto álbum e primeiro grande sucesso, Highway To Hell, estreou em 79. Também foi o ultimo álbum com Scott nos vocais.
Bom Scott morre em 1980, no auge de seu sucesso, e se torna um ícone (reparou que tudo q você precisa pra ser imortalizado, é fazer sucesso relâmpago e morrer antes de voltar a ser um desconhecido, né?).
Com a trágica morte de Scott (não consigo achar outra definição pra uma morte descrita como ‘se afogou por respirar o próprio vomito, após beber demais), a banda cogitou a possibilidade de terminar, mas acabaram por selecionar Brian Johnson como seu novo vocalista, o que eu diria que foi uma ótima escolha. O sétimo álbum da banda, Back In Black, é uma referencia até hoje.
No ano seguinte, For Those About To Rock We Salut You lançou e teve boa aceitação de público e crítica.
Em 83, o baterista Phill Rudd é demitido e substituído por Simon Wright. No mesmo ano, mais um álbum (eu to começando a cansar aqui com tantos álbuns) Flick Of The Switch, considerado uma grande decepção pelos fãs.
3 anos após isso, lança Who Made Who, com sucessos antigo e algumas músicas inéditas.
Blow Up Your Video, lançado em 88 compensa os 2 álbuns anteriores e faz quase tanto sucesso quanto Back in Black. Após a turna de divulgação do Blow Up, Writgh sai da banda, e Chris Slade entra em deu lugar.
Em 90 The Razors Edge é gravado e mantém o sucesso.
Em 1995 Phil Rudd volta para a banda e eis que a formação de 1980 está de volta (eles podiam ter facilitado minha vida e ter mantido a banda nessa formação, já que iam voltar mesmo!) e lançam Ballbreaker.
Em 97 sai uma Box chamada Bonfere, com 4 álbuns antigos.
Em 2004, o milésimo... Ta, décimo quarto álbum Stiff Upper Lip.
Finalmente, o álbum que os traz para o Brasil esse ano, Black Ice.
Ainda não tenho maiores informações sobre o show. A informação só foi confirmada dia 15 agora, então, to que nem plantão da globo, qualquer novidade, posto aqui, a qualquer momento.

Como sempre, fiquem com vídeos aí.






Ahhh, claro. AC/DC significa alternating current/direct current. Os Young viram atrás de uma máquina de costura e gostaram.

22 de jul de 2009

Alice no País das Maravilhas

Olá pessoas!

Vamos lá, assunto cinema, como vocês já sabem.
Hoje, passei o dia todo me deparando com o trailer do novo filme do meu mestre,
Tim Burton (sim, eu literalmente vivo em sites de filmes, o que provavelmente explica muita coisa). Alice no país das maravilhas. A estória já é absurdamente maluca, sempre achei que quando Linda Woolverton a escreveu, tinha fumado o coelho branco.
Agora imaginemos como um conto desses deve ter ficado através dos olhos do Burton? A fotografia impecável que aparece em todos os seus filmes e o humor ácido, ao mesmo tempo leve, que só ele sabe como usar. Desde que li sobre Tim Burton dirigir o filme, estou dando um braço pra ver o resultado, mas infelizmente, apenas em abril de 2010 que poderemos ter a constatação de que Burton não falha nunca.
Como não poderia faltar, Johnny Depp tem um dos principais papéis no filme, afinal, só um gênio maluco pra entender outro, e , perdoe a ousadia, mas essa foi a melhor parceria que o cinema já vi.
Ah, claro, a cereja do bolo, a esposa/noiva do Burton, Helena Bonhan Carter, presente em grande parte de seus filmes. Tenho uma grande admiração por essa atriz, ela é um tipo de Johnny Depp de saias.
Como Alice,
Mia Wasokowska, uma atriz ainda desconhecida, mas um rosto familiar para quem já assistiu a série In Treatment. E Anne Hathaway, um dos grandes lançamentos da Disney (ignoremos os lançamentos da Disney, na fase músicais pré adolescentes, por favor), como Rainha Branca.

Trailer que vazou hoje na internet. Milagrosamente, Hollywood fez bom uso dos efeitos especiais.


20 de jul de 2009

Nirvana

A pedidos, hoje, postarei sobre alguma banda conhecida, que eu goste. Acabei por escolher Nirvana.

Costumo falar que as músicas deles, fizeram minha adolescência menos pior.

Em 1985, Kurt Cobain e Krist Novoselic se conheceram, ambos com a mesma influencia musical, formaram uma banda, ao lado do baterista Aaron Burckhard. Depois de alguém tempo, Burckhard foi retirado da banda e temporariamente substituído por Dale Crover para gravação de demos. Então entrou como baterista oficial.

O nome Nirvana, só foi dado por Kurt, em 1988. Tocaram na cena underground por meses, até o baterista ser novamente trocado, por Chad Channing (só pra constar, amo Nirvana, mas essa alta rotatividade de membros, dá um nó na minha cabeça.)

Em 89, gravaram Bleach, primeiro CD (na época, vinil), oficialmente falando, bancado por Jason Everman, que entrara como segundo guitarrista da banda. Os 600 dólares, seria um empréstimo, mas nunca foi reembolsado. Eberman permaneceu pouco tempo na banda, sendo dispensando durante a tour, ainda em 89.

Em setembro desse mesmo ano, David Grohl passa em um teste e se torna o mais novo baterista no Nirvana.

Em 1991, O Álbum. Falo de Nervermind. Provavelmente ao álbum mais conhecido, mesmo por pessoas que não gostam de Nirvana (acho que você pode mostrar a capa pra pessoas que nunca ouviram Nirvana, só sabem que existiu, que eles vão saber de quem é o cd).Um mês apo´s lançado, Nevermind vende 500 mil cópias.

1993, lançamento do CD In Útero, e show no Brasil. Considerado o pior show da carreira do Nirvana, Kurt não conseguia acompanhar a velocidade das músicas, ou mesmo, lembrar as letras. Decepção do público.

No mesmo ano, Cobain sofre 2 overdoses de heroína, e recebe primeiros socorros da esposa, Courtney Love.

A contracapa do CD sofre alterações, após o Wall Mart se recusar a vender, pelas imagens usadas.

Em abril de 1994, Kurt foge de uma clinica de desintoxicação, e comete suicídio no sótão de sua casa, poucos dias depois, o corpo é achado por um eletricista que prestava serviços.

CDs do Nirvana são lançados até hoje. Músicas perdidas, nunca lançadas ‘the best of’ e assim por diante.



Vídeos ao vivo:

Ps.: Desculpe a demora em portar, problemas profissionais.

17 de jul de 2009

Laranja Mecânica

Olá pessoas


Hoje é dia de falar sobre filminho (tão pegando o ritmo de posts, huuun?).

Aproveitando o gancho do post anterior de clássico do cinema, escolhi falar sobre Laranja Mecânica hoje. Percebi que muita gente conhece a imagem do Alex (pudera né? Até hoje não entendi a febre que teve há uns tempos atrás, que meio mundo resolveu usar camisetas com a cara dele estampada) mas nunca viu o filme.

Laranja Mecânica (A Clockwork Orange), de 1971 causou tanta confusão na época em que estreou nos cinemas, que o filme chegou a ser tirado de cartaz em alguns paises, de tão mal-falado que ficou.

Considerado excessivamente violento, o filme mostra com perfeição a excentricidade do grande até nos erros de seqüência propositais, colocados por ele, para desnortear o público (como se o filme já não desnorteasse o suficiente).


A estória é futurista, e tudo acontece na Inglaterra, quando Alex DeLarge (o sobrenome só existe no filme, no livro do Anthony Burgess não é citado, pelo menos, não que eu lembre), líder de um bando de delinqüentes, é preso e para reduzir a sentença, aceita ser colocado em um tratamento que promete impedir seu instinto violento. O tratamento promete e cumpre, Alex é colocado a prova, e não encontram mais sinal de violência em sua personalidade. Livre para voltar a sua família e amigos, surge um novo problema, o ex estuprador não consegue mais lidar com a violência que o cerca, tornando-se algo que beira a completa estupidez a respeito do mundo.


Só pra não falarem que não avisei, o filme é tomado por cenas violentas e músicas de Beethoven.


Trailer:


15 de jul de 2009

Lostprophets

Hoje, começo o post esclarecendo uma questão. Pelo comentário feito no post anterior, percebi que a idéia desse blog está menos explicita do que eu imaginava.
O blog é da rádio rock, mas não sobre a rádio. Eles apenas apoiaram a idéia de um blog sobre cultura em geral. Agradeço a observação a respeito disso.


Agora, vamos ao que interessa. Assunto do dia: música.
Lostprophets é uma banda que acompanho há alguns muitos anos, e teve uma abrupta mudança na ‘rede’ de fãs.
Começaram em 1997, no País de Gales, e foram a fama na cena underground em 2000, com o CD The Fake Sound Of Progress. Era um CD barulhento, gritado e com DJ (o que não é comum nesse gênero), exatamente aquele tipo de música que leva pais de adolescentes a loucura (minha mãe que o diga).
Em 2003, Ian Watkins, Jamie Oliver, Stuart Richardson, Lee Gaze, Mike Lewis e Ilan Rubin, lançaram Start Something. Foi quase um anuncio de que a banda estava começando a ficar mais comercial, mas ainda mantinha seu diferencial e seu estilo. A maioria das músicas manteve o ‘barulho’ adorado pelos fãs, mas algumas aderiram ao mais vendável.
E em 2006, lançam Liberation Trasnmission. Eu acredito que tenha sido pela época de lançamento, (o auge do ‘emo’, em que se você respirasse, era chamado de emo. Lembra?), mas esse CD deu o que falar entre os fãs de Lostprophets. Absolutamente comercial, com clips bem produzidos e algumas letras envolvendo críticas a sociedade.

Lostprophets, é definitivamente a imagem das mudanças de uma banda do Underground até a fama.

Aqui vai, um clip referente a cada CD:












Ps.: Não encontro esses vídeos em HD. Que moda é essa de bloquear os links dos vídeos agora? Ridículo!

www.myspace.com/lostprophets

13 de jul de 2009

Dia Mundial do Rock

Um dia de atraso no post, mas é por um bom motivo. Hoje é 13 de julho, dia mundial do rock, e merece um post especial, huun?

Sou suspeita pra falar sobre o quão apaixonante é o rock, afinal, eis algo que simplesmente amo. Mas, vamos lá.



O rock existe há décadas, mas seu dia existe há exatos 24 anos. O culpado? O primeiro Live Aid, que rolou em 13 de julho de 1985. O show em prol das vítimas da fome na Etiópia, aconteceu na Filadélfia e em Londres, simultaneamente.

É um dos gêneros mais abrangentes na música, indo do dançante e inocente rockabilly, aos mais pesados gritos do metal. Sempre inovando e se adaptando, ele vem se mantendo jovem, apesar de ser mais velho que... ah, que minha avó.

O rock nasceu em uma época em que a sociedade era extremamente reprimida, e jovens tinham muitos deveres e poucos direitos. Esses jovens viram na música, uma forma de se expressar, inspiraram-se no ‘rhythm and blues’ (uma vertente do blues), fundiram o estilo com instrumentos elétricos, e levaram os pais a loucura.

Impossível se manter alheio a ele, não importa a que ‘tribo’ você pertença, algum estilo do rock vai te conquistar.

Ainda hoje, mais notícias sobre o dia do rock.

10 de jul de 2009

Festim Diabólico

Olá povo.

Post de filme hoje. Mas não qualquer filme!
Alguém aqui conhece o grande Alfred Hitchcock (ele é tudo que quero ser quando crescer *-*)? Conhecido como o mestre do suspense, tem as tramas mais enroladas e engraçadas do cinema. A mágica nos filmes dele é a mudança de suspense tenso (se você rói unhas, aconselho usar luvas ou pedir pra que alguém amarre suas mãos nas costas) pra comédia, sem que o espectador nem ao menos perceba.

Bom, vamos ao filme. Escolhi Festim Diabólico (Rope), de 1948. Além de ser meu preferido, percebi que é o favorito de grande parte dos fãs do mestre.

Conta a história de Brandon (John Dall) e Philip (Farley Granger), 2 homens que se consideram extremamente inteligentes, então, resolvem assassinar David Kentley (Dick Hogan), um colega de ambos, pela simples emoção de cometer o crime perfeito. Não felizes, escondem o corpo dentro de um baú, na sala de estar da casa que dividem, e convidam a família do assassinado para um jantar, em cima do baú. Outros convidados aparecem, incluindo a noiva da vítima (e nessa parte do filme, você percebe que não tem mais unhas e já está roendo os dedos), e começam a se perguntar por que David não está lá. Até que um dos convidados, especialista em assassinatos, começa a suspeitar dos dois, investigar a situação... e agora você corre na locadora e assiste ao filme.

Trailer:



Ps.: o roteiro foi inspirado no caso Leopold-Loeb, dois estudantes que cometeram um crime parecido com o mostrado no filme.

8 de jul de 2009

Little Joy

Olá pessoas.o/

Quem aqui gosta de Los Hermanos ou The Strokes? Estranhou a pergunta (e não, eu não bebi)? As 2 bandas não tem lá muito a ver em questão de estilo, mas tem algo em comum.
Little Joy, formado por Rodrigo Amarante (Los Hermanos), Fabrizio Moretti (The Strokes) e Binki Shapiro. Provavelmente, quem os escuta sem saber de que banda se trata, acha que é alguma banda dos anos 60, que se inspirava nos Beatles, pelo tom ‘retrô’ em que eles investem.

A banda faz questão de se manter no mundo underground americano. Dirigem uma van alugada, carregam, descarregam, montam e desmontam o equipamento no palco, e realmente amam isso. É um exemplo de banda que toca pela paixão a música, sem interesse na fama ou no dinheiro.
Little Joy é quase uma exceção no mundo da música, tanto pela filosofia seguida, quanto pelo estilo musical.


Aqui vai uma mostra:



www.myspace.com/littlejoymusic

6 de jul de 2009

Os sonhadores

Olá, pessoas que gostam da rádio rock. Hoje, postando aqui da rádio.

Hoje é dia de mudar de assunto (não, não tenho nada estipulado, só resolvi mudar um pouco mesmo). Quem aqui gosta de filme? E de filmes sobre filmes?

Vim aqui falar sobre Os sonhadores (The Dreamers, 2003), de Bertolucci.

Já aviso, o filme é pesado, se você não assisti-lo com olhos mais artísticos, vai ficar chocado. Acho que é classificação 18 anos aqui.

Retrata uma revolução (real) em Paris, em 1969. Conhecida como ’Revolução dos cinéfilos’, aconteceu em frente a Cinemateca de Paris (berço do cinema). O filme mostra trechos de vídeos da revolução verdadeira, é uma pequena aula de história de cinema. No meio da revolução, Matthew (Michael Pitt) conhece Isabelle (Eva Green) e Theo (Louis Garrel). Daí pra frente, o filme é basicamente sobre os princípios dos personagens, suas paixões e medos. E isso, meu amigo, só vendo o filme, pois é complexo demais pra que eu conte aqui.

Aí vai o trailer:

4 de jul de 2009

Olá visitantes! o/

Hoje o post é meio especial. Até porque é um assunto do qual eu não pretendia falar. Michael Jackson. Eu sei, eu sei, é um assunto extremamente saturado no momento, por isso mesmo não pretendia tocá-lo, maaaas, é por um bom motivo.
Ontem, chegou à rádio um DVD enorme (pensa num DVD do tamanho do bom e velho Vinil. Pois é, também fiquei em choque), de 1988. Uma raridade!
Michael Jackson - The legend continues.


Como curiosidade mata, fui atrás de todos os dados que o google me deixasse encontrar, o que não foi muito além de sites vendendo esse documentário em VHS, com um resumo ao lado. Resultado, corri para Santo Youtube procurando por pedaços do documentário, e não é que o achei completo (em 10 partes, mas nem tudo é perfeito).
Vamos ao resumo dessa maravilha digna de colecionador: conta a história dos primórdios do Jackson Five, muitos vídeos dessa época, até 79, ligando direto o inicio da carreira solo dele. Aparecem partes de shows, clips, entrevistas, e o que mais gostei, vários artistas falando sobre ele, como Gene Kelly, Sophia Loren, Liz Taylor, Cyndi Lauper, Sammy Davis Jr, e muitos outros.
Acho que até babei um pouco enquanto assistia.

Para os curiosos, aqui vão os 3 primeiros vídeos. Você acha todos na lista de vídeos relacionados no Youtube:







2 de jul de 2009

David Cook

Booom dia /Boa tarde/ Boa noite (sim, depende da hora em que você estará aqui lendo)


O meu assunto de hoje, é bem conhecido entre fãs de American Idol. David Cook, ganhador da sétima temporada do programa, e particularmente, meu favorito dentre todas as temporadas (confesso assistir ao menos o início de todas as temporadas, pra ver se gosto de algum participante).

Cook, ficou conhecido no programa, pela voz (nem vou comentar, escute-o) e os arranjos, sempre mudando e muito as músicas originais, colocando um toque próprio.

Participa de muitos projetos relacionados à arrecadação de fundos para instituições de combate ao câncer, recentemente perdeu o irmão, Adam Cook, que lutava há algum tempo contra um câncer no cérebro.

David fez parte das bandas Axium, foi guitarrista da Midwest Kings, e após ganhar o programa, investiu na carreira solo, mas manteve o amigo e ex-vocalista da Midwest, como guitarrista na banda que o acompanha.





Infarte comigo:



Ps.: tentei colocar aqui algum dos clips oficiais dele, mas os links estão desativados, então, ficou cuirioso? Digita David Cook no youtube! ;)

www.myspace.com/officialdavidcook

30 de jun de 2009

Jacob's Loc

Primeiro post ‘musical’ do blog.
To com um sério friozinho na barriga, mas quem liga?
Vamos ao que interessa.

Primeira banda, em homenagem ao Flavio, já que esse blog só existe por causa dele (se não gostarem, podem ir lá culpa-lo! Hahahahahaha). Essa foi a primeira banda que mostrei a ele.


JACOB’S LOC.

É uma banda que acho bem interessante, pela mistura rock e country.

Jacob Underwood, o vocalista: era da boyband O-Town (mais alguém aqui é da época do Making the band, na Nickelodeon?). Quando a banda terminou, por volta de 2004, Jacob resolveu voltar ao estilo que gostava, o bom e velho rock. Casou-se com uma cantora country, e acabou por fundir os estilos.
Quando Jacob conheceu o guitarrista Aaron Smith, Jacob’s Loc nasceu.

Sinceramente, eu adoraria que eles tivessem mais músicas, porque até onde sei, não existem mais que umas 10, e isso, desde que conheço a banda, há uns 3 ou 4 anos.
Mais uma coisa interessante, até a última vez que eu fui ao myspace deles, procurar músicas novas, a esposa do Jacob fazia parte da banda, agora entrei lá para pegar o link, e cadê a moça?

Se acharem interessante meu mini histórico da banda, os convido para conhecê-los:






www.myspace.com/jacobsloc

29 de jun de 2009

Começando

Saudações Terráqueos! o/

Bem vindos ao meu primeiro blog sobre música. Já peço desculpa por problemas técnicos que sei que ocorrerão (técnicos por parte da topera sentada à frente do pc, essa que vos fala), porque ainda to na fase de me entender com o blog.

Voltando ao assunto, esses dias, conversando sobre música com o Flavio Santana (sim, esse mesmo que você está pensando), ele perguntou se eu tinha algum site ou algo assim, sobre música, e me aconselhou a fazer um blog sobre bandas que conheço, e não são lá tão famosas, apesar de muito boas (em nossas humildes opiniões, claro!). Sabe como é, quando um entendido sobre o assunto fala uma coisa dessas, você não discuti, apenas absorve o que ele fala e pensa a respeito

Então, é isso! Vou continuar tentando me entender com o blog, próximo post, musiquinhas começando.

Fui-me.