26 de jul de 2009

AC/DC

Cá estava eu, pensando com meus botões, sobre qual banda eu escreveria, até que recebo a informação do show do AC/DC confirmado. Então preciso nem dizer qual a banda que escolhi, né?
A banda foi formada em 1973, em Sydney. Em 75 lançaram o primeiro álbum High Voltage, e tiveram sua primeira troca significativa de membros. Malcolm e Angus Young perceberam que Dave Evans não tinha o estilo de vocal que queriam, o substituíram por Bom Scott.
Em 76 saí o segundo álbum, TNT. O álbum foi lançado com o selo da Atlantic Records, lhes dando a oportunidade de começar uma tour pela Europa.
Em 77, novo álbum e novo baixista. Let There be Rock lança, e Mark Evans saí, deixando seu posto para Cliff Willians.
Powerage, lançado em 78, foi o último álbum antes da fama chegar com tudo para o AC/DC. O sexto álbum e primeiro grande sucesso, Highway To Hell, estreou em 79. Também foi o ultimo álbum com Scott nos vocais.
Bom Scott morre em 1980, no auge de seu sucesso, e se torna um ícone (reparou que tudo q você precisa pra ser imortalizado, é fazer sucesso relâmpago e morrer antes de voltar a ser um desconhecido, né?).
Com a trágica morte de Scott (não consigo achar outra definição pra uma morte descrita como ‘se afogou por respirar o próprio vomito, após beber demais), a banda cogitou a possibilidade de terminar, mas acabaram por selecionar Brian Johnson como seu novo vocalista, o que eu diria que foi uma ótima escolha. O sétimo álbum da banda, Back In Black, é uma referencia até hoje.
No ano seguinte, For Those About To Rock We Salut You lançou e teve boa aceitação de público e crítica.
Em 83, o baterista Phill Rudd é demitido e substituído por Simon Wright. No mesmo ano, mais um álbum (eu to começando a cansar aqui com tantos álbuns) Flick Of The Switch, considerado uma grande decepção pelos fãs.
3 anos após isso, lança Who Made Who, com sucessos antigo e algumas músicas inéditas.
Blow Up Your Video, lançado em 88 compensa os 2 álbuns anteriores e faz quase tanto sucesso quanto Back in Black. Após a turna de divulgação do Blow Up, Writgh sai da banda, e Chris Slade entra em deu lugar.
Em 90 The Razors Edge é gravado e mantém o sucesso.
Em 1995 Phil Rudd volta para a banda e eis que a formação de 1980 está de volta (eles podiam ter facilitado minha vida e ter mantido a banda nessa formação, já que iam voltar mesmo!) e lançam Ballbreaker.
Em 97 sai uma Box chamada Bonfere, com 4 álbuns antigos.
Em 2004, o milésimo... Ta, décimo quarto álbum Stiff Upper Lip.
Finalmente, o álbum que os traz para o Brasil esse ano, Black Ice.
Ainda não tenho maiores informações sobre o show. A informação só foi confirmada dia 15 agora, então, to que nem plantão da globo, qualquer novidade, posto aqui, a qualquer momento.

Como sempre, fiquem com vídeos aí.






Ahhh, claro. AC/DC significa alternating current/direct current. Os Young viram atrás de uma máquina de costura e gostaram.

22 de jul de 2009

Alice no País das Maravilhas

Olá pessoas!

Vamos lá, assunto cinema, como vocês já sabem.
Hoje, passei o dia todo me deparando com o trailer do novo filme do meu mestre,
Tim Burton (sim, eu literalmente vivo em sites de filmes, o que provavelmente explica muita coisa). Alice no país das maravilhas. A estória já é absurdamente maluca, sempre achei que quando Linda Woolverton a escreveu, tinha fumado o coelho branco.
Agora imaginemos como um conto desses deve ter ficado através dos olhos do Burton? A fotografia impecável que aparece em todos os seus filmes e o humor ácido, ao mesmo tempo leve, que só ele sabe como usar. Desde que li sobre Tim Burton dirigir o filme, estou dando um braço pra ver o resultado, mas infelizmente, apenas em abril de 2010 que poderemos ter a constatação de que Burton não falha nunca.
Como não poderia faltar, Johnny Depp tem um dos principais papéis no filme, afinal, só um gênio maluco pra entender outro, e , perdoe a ousadia, mas essa foi a melhor parceria que o cinema já vi.
Ah, claro, a cereja do bolo, a esposa/noiva do Burton, Helena Bonhan Carter, presente em grande parte de seus filmes. Tenho uma grande admiração por essa atriz, ela é um tipo de Johnny Depp de saias.
Como Alice,
Mia Wasokowska, uma atriz ainda desconhecida, mas um rosto familiar para quem já assistiu a série In Treatment. E Anne Hathaway, um dos grandes lançamentos da Disney (ignoremos os lançamentos da Disney, na fase músicais pré adolescentes, por favor), como Rainha Branca.

Trailer que vazou hoje na internet. Milagrosamente, Hollywood fez bom uso dos efeitos especiais.


20 de jul de 2009

Nirvana

A pedidos, hoje, postarei sobre alguma banda conhecida, que eu goste. Acabei por escolher Nirvana.

Costumo falar que as músicas deles, fizeram minha adolescência menos pior.

Em 1985, Kurt Cobain e Krist Novoselic se conheceram, ambos com a mesma influencia musical, formaram uma banda, ao lado do baterista Aaron Burckhard. Depois de alguém tempo, Burckhard foi retirado da banda e temporariamente substituído por Dale Crover para gravação de demos. Então entrou como baterista oficial.

O nome Nirvana, só foi dado por Kurt, em 1988. Tocaram na cena underground por meses, até o baterista ser novamente trocado, por Chad Channing (só pra constar, amo Nirvana, mas essa alta rotatividade de membros, dá um nó na minha cabeça.)

Em 89, gravaram Bleach, primeiro CD (na época, vinil), oficialmente falando, bancado por Jason Everman, que entrara como segundo guitarrista da banda. Os 600 dólares, seria um empréstimo, mas nunca foi reembolsado. Eberman permaneceu pouco tempo na banda, sendo dispensando durante a tour, ainda em 89.

Em setembro desse mesmo ano, David Grohl passa em um teste e se torna o mais novo baterista no Nirvana.

Em 1991, O Álbum. Falo de Nervermind. Provavelmente ao álbum mais conhecido, mesmo por pessoas que não gostam de Nirvana (acho que você pode mostrar a capa pra pessoas que nunca ouviram Nirvana, só sabem que existiu, que eles vão saber de quem é o cd).Um mês apo´s lançado, Nevermind vende 500 mil cópias.

1993, lançamento do CD In Útero, e show no Brasil. Considerado o pior show da carreira do Nirvana, Kurt não conseguia acompanhar a velocidade das músicas, ou mesmo, lembrar as letras. Decepção do público.

No mesmo ano, Cobain sofre 2 overdoses de heroína, e recebe primeiros socorros da esposa, Courtney Love.

A contracapa do CD sofre alterações, após o Wall Mart se recusar a vender, pelas imagens usadas.

Em abril de 1994, Kurt foge de uma clinica de desintoxicação, e comete suicídio no sótão de sua casa, poucos dias depois, o corpo é achado por um eletricista que prestava serviços.

CDs do Nirvana são lançados até hoje. Músicas perdidas, nunca lançadas ‘the best of’ e assim por diante.



Vídeos ao vivo:

Ps.: Desculpe a demora em portar, problemas profissionais.

17 de jul de 2009

Laranja Mecânica

Olá pessoas


Hoje é dia de falar sobre filminho (tão pegando o ritmo de posts, huuun?).

Aproveitando o gancho do post anterior de clássico do cinema, escolhi falar sobre Laranja Mecânica hoje. Percebi que muita gente conhece a imagem do Alex (pudera né? Até hoje não entendi a febre que teve há uns tempos atrás, que meio mundo resolveu usar camisetas com a cara dele estampada) mas nunca viu o filme.

Laranja Mecânica (A Clockwork Orange), de 1971 causou tanta confusão na época em que estreou nos cinemas, que o filme chegou a ser tirado de cartaz em alguns paises, de tão mal-falado que ficou.

Considerado excessivamente violento, o filme mostra com perfeição a excentricidade do grande até nos erros de seqüência propositais, colocados por ele, para desnortear o público (como se o filme já não desnorteasse o suficiente).


A estória é futurista, e tudo acontece na Inglaterra, quando Alex DeLarge (o sobrenome só existe no filme, no livro do Anthony Burgess não é citado, pelo menos, não que eu lembre), líder de um bando de delinqüentes, é preso e para reduzir a sentença, aceita ser colocado em um tratamento que promete impedir seu instinto violento. O tratamento promete e cumpre, Alex é colocado a prova, e não encontram mais sinal de violência em sua personalidade. Livre para voltar a sua família e amigos, surge um novo problema, o ex estuprador não consegue mais lidar com a violência que o cerca, tornando-se algo que beira a completa estupidez a respeito do mundo.


Só pra não falarem que não avisei, o filme é tomado por cenas violentas e músicas de Beethoven.


Trailer:


15 de jul de 2009

Lostprophets

Hoje, começo o post esclarecendo uma questão. Pelo comentário feito no post anterior, percebi que a idéia desse blog está menos explicita do que eu imaginava.
O blog é da rádio rock, mas não sobre a rádio. Eles apenas apoiaram a idéia de um blog sobre cultura em geral. Agradeço a observação a respeito disso.


Agora, vamos ao que interessa. Assunto do dia: música.
Lostprophets é uma banda que acompanho há alguns muitos anos, e teve uma abrupta mudança na ‘rede’ de fãs.
Começaram em 1997, no País de Gales, e foram a fama na cena underground em 2000, com o CD The Fake Sound Of Progress. Era um CD barulhento, gritado e com DJ (o que não é comum nesse gênero), exatamente aquele tipo de música que leva pais de adolescentes a loucura (minha mãe que o diga).
Em 2003, Ian Watkins, Jamie Oliver, Stuart Richardson, Lee Gaze, Mike Lewis e Ilan Rubin, lançaram Start Something. Foi quase um anuncio de que a banda estava começando a ficar mais comercial, mas ainda mantinha seu diferencial e seu estilo. A maioria das músicas manteve o ‘barulho’ adorado pelos fãs, mas algumas aderiram ao mais vendável.
E em 2006, lançam Liberation Trasnmission. Eu acredito que tenha sido pela época de lançamento, (o auge do ‘emo’, em que se você respirasse, era chamado de emo. Lembra?), mas esse CD deu o que falar entre os fãs de Lostprophets. Absolutamente comercial, com clips bem produzidos e algumas letras envolvendo críticas a sociedade.

Lostprophets, é definitivamente a imagem das mudanças de uma banda do Underground até a fama.

Aqui vai, um clip referente a cada CD:












Ps.: Não encontro esses vídeos em HD. Que moda é essa de bloquear os links dos vídeos agora? Ridículo!

www.myspace.com/lostprophets

13 de jul de 2009

Dia Mundial do Rock

Um dia de atraso no post, mas é por um bom motivo. Hoje é 13 de julho, dia mundial do rock, e merece um post especial, huun?

Sou suspeita pra falar sobre o quão apaixonante é o rock, afinal, eis algo que simplesmente amo. Mas, vamos lá.



O rock existe há décadas, mas seu dia existe há exatos 24 anos. O culpado? O primeiro Live Aid, que rolou em 13 de julho de 1985. O show em prol das vítimas da fome na Etiópia, aconteceu na Filadélfia e em Londres, simultaneamente.

É um dos gêneros mais abrangentes na música, indo do dançante e inocente rockabilly, aos mais pesados gritos do metal. Sempre inovando e se adaptando, ele vem se mantendo jovem, apesar de ser mais velho que... ah, que minha avó.

O rock nasceu em uma época em que a sociedade era extremamente reprimida, e jovens tinham muitos deveres e poucos direitos. Esses jovens viram na música, uma forma de se expressar, inspiraram-se no ‘rhythm and blues’ (uma vertente do blues), fundiram o estilo com instrumentos elétricos, e levaram os pais a loucura.

Impossível se manter alheio a ele, não importa a que ‘tribo’ você pertença, algum estilo do rock vai te conquistar.

Ainda hoje, mais notícias sobre o dia do rock.

10 de jul de 2009

Festim Diabólico

Olá povo.

Post de filme hoje. Mas não qualquer filme!
Alguém aqui conhece o grande Alfred Hitchcock (ele é tudo que quero ser quando crescer *-*)? Conhecido como o mestre do suspense, tem as tramas mais enroladas e engraçadas do cinema. A mágica nos filmes dele é a mudança de suspense tenso (se você rói unhas, aconselho usar luvas ou pedir pra que alguém amarre suas mãos nas costas) pra comédia, sem que o espectador nem ao menos perceba.

Bom, vamos ao filme. Escolhi Festim Diabólico (Rope), de 1948. Além de ser meu preferido, percebi que é o favorito de grande parte dos fãs do mestre.

Conta a história de Brandon (John Dall) e Philip (Farley Granger), 2 homens que se consideram extremamente inteligentes, então, resolvem assassinar David Kentley (Dick Hogan), um colega de ambos, pela simples emoção de cometer o crime perfeito. Não felizes, escondem o corpo dentro de um baú, na sala de estar da casa que dividem, e convidam a família do assassinado para um jantar, em cima do baú. Outros convidados aparecem, incluindo a noiva da vítima (e nessa parte do filme, você percebe que não tem mais unhas e já está roendo os dedos), e começam a se perguntar por que David não está lá. Até que um dos convidados, especialista em assassinatos, começa a suspeitar dos dois, investigar a situação... e agora você corre na locadora e assiste ao filme.

Trailer:



Ps.: o roteiro foi inspirado no caso Leopold-Loeb, dois estudantes que cometeram um crime parecido com o mostrado no filme.

8 de jul de 2009

Little Joy

Olá pessoas.o/

Quem aqui gosta de Los Hermanos ou The Strokes? Estranhou a pergunta (e não, eu não bebi)? As 2 bandas não tem lá muito a ver em questão de estilo, mas tem algo em comum.
Little Joy, formado por Rodrigo Amarante (Los Hermanos), Fabrizio Moretti (The Strokes) e Binki Shapiro. Provavelmente, quem os escuta sem saber de que banda se trata, acha que é alguma banda dos anos 60, que se inspirava nos Beatles, pelo tom ‘retrô’ em que eles investem.

A banda faz questão de se manter no mundo underground americano. Dirigem uma van alugada, carregam, descarregam, montam e desmontam o equipamento no palco, e realmente amam isso. É um exemplo de banda que toca pela paixão a música, sem interesse na fama ou no dinheiro.
Little Joy é quase uma exceção no mundo da música, tanto pela filosofia seguida, quanto pelo estilo musical.


Aqui vai uma mostra:



www.myspace.com/littlejoymusic

6 de jul de 2009

Os sonhadores

Olá, pessoas que gostam da rádio rock. Hoje, postando aqui da rádio.

Hoje é dia de mudar de assunto (não, não tenho nada estipulado, só resolvi mudar um pouco mesmo). Quem aqui gosta de filme? E de filmes sobre filmes?

Vim aqui falar sobre Os sonhadores (The Dreamers, 2003), de Bertolucci.

Já aviso, o filme é pesado, se você não assisti-lo com olhos mais artísticos, vai ficar chocado. Acho que é classificação 18 anos aqui.

Retrata uma revolução (real) em Paris, em 1969. Conhecida como ’Revolução dos cinéfilos’, aconteceu em frente a Cinemateca de Paris (berço do cinema). O filme mostra trechos de vídeos da revolução verdadeira, é uma pequena aula de história de cinema. No meio da revolução, Matthew (Michael Pitt) conhece Isabelle (Eva Green) e Theo (Louis Garrel). Daí pra frente, o filme é basicamente sobre os princípios dos personagens, suas paixões e medos. E isso, meu amigo, só vendo o filme, pois é complexo demais pra que eu conte aqui.

Aí vai o trailer:

4 de jul de 2009

Olá visitantes! o/

Hoje o post é meio especial. Até porque é um assunto do qual eu não pretendia falar. Michael Jackson. Eu sei, eu sei, é um assunto extremamente saturado no momento, por isso mesmo não pretendia tocá-lo, maaaas, é por um bom motivo.
Ontem, chegou à rádio um DVD enorme (pensa num DVD do tamanho do bom e velho Vinil. Pois é, também fiquei em choque), de 1988. Uma raridade!
Michael Jackson - The legend continues.


Como curiosidade mata, fui atrás de todos os dados que o google me deixasse encontrar, o que não foi muito além de sites vendendo esse documentário em VHS, com um resumo ao lado. Resultado, corri para Santo Youtube procurando por pedaços do documentário, e não é que o achei completo (em 10 partes, mas nem tudo é perfeito).
Vamos ao resumo dessa maravilha digna de colecionador: conta a história dos primórdios do Jackson Five, muitos vídeos dessa época, até 79, ligando direto o inicio da carreira solo dele. Aparecem partes de shows, clips, entrevistas, e o que mais gostei, vários artistas falando sobre ele, como Gene Kelly, Sophia Loren, Liz Taylor, Cyndi Lauper, Sammy Davis Jr, e muitos outros.
Acho que até babei um pouco enquanto assistia.

Para os curiosos, aqui vão os 3 primeiros vídeos. Você acha todos na lista de vídeos relacionados no Youtube:







2 de jul de 2009

David Cook

Booom dia /Boa tarde/ Boa noite (sim, depende da hora em que você estará aqui lendo)


O meu assunto de hoje, é bem conhecido entre fãs de American Idol. David Cook, ganhador da sétima temporada do programa, e particularmente, meu favorito dentre todas as temporadas (confesso assistir ao menos o início de todas as temporadas, pra ver se gosto de algum participante).

Cook, ficou conhecido no programa, pela voz (nem vou comentar, escute-o) e os arranjos, sempre mudando e muito as músicas originais, colocando um toque próprio.

Participa de muitos projetos relacionados à arrecadação de fundos para instituições de combate ao câncer, recentemente perdeu o irmão, Adam Cook, que lutava há algum tempo contra um câncer no cérebro.

David fez parte das bandas Axium, foi guitarrista da Midwest Kings, e após ganhar o programa, investiu na carreira solo, mas manteve o amigo e ex-vocalista da Midwest, como guitarrista na banda que o acompanha.





Infarte comigo:



Ps.: tentei colocar aqui algum dos clips oficiais dele, mas os links estão desativados, então, ficou cuirioso? Digita David Cook no youtube! ;)

www.myspace.com/officialdavidcook