22 de ago de 2009

Sherlock Holmes

Olá pessoas. Desculpe a demora, mal voltei as aulas, já me encontro prestes a cometer assassinatos lá.

Bora ao assunto. Ontem me perguntaram se vi o trailer do novo filme do Sherlock Holmes (minha desilusão de infância, foi quando descobri que ele nunca existiu), então, por que não comentar sobre esse filme?
Nas primeiras fotos que vi, achei algumas coisas estranhas, a começar pelo Judd Law de Watson. Ele, provavelmente, seria a ultima pessoa que eu pensaria pra esse papel, e Robert Downey Jr de Sherlock Homes, me foi um tanto chocante tambem.
Ambos os atores, fogem por completo das descrições dos personagens, apresentados nos livros. Mas, são ótimos atores, e isso é inegável, quem sabe consigam mudar minha visão, quando eu assistir o filme.

Mas o que está me matando, é a cena de luta no trailer, não discuto que Hollywood precisa colocar ação na estória, para que ela fique mais vendável, mas, é humanamente impossível imaginar Sherlock Holmes lutando. Das cenas apresentadas no trailer, não encontrei uma única que mostrasse o Holmes descrito nos livros de Conan Doyle. O jeito é esperar o filme e evitar tirar maiores conclusões até lá.

E pra quem quiser conhecer o Sherlock Holmes, vá direto no livro ‘Um estudo em vermelho’. No inicio dele (que é o primeiro), Watson faz uma lista de qualidades e defeitos de Holmes. Por ela, você conhece muito do brilhante detetive dos contos.



Aqui vai o trailer:




E vou parar por aqui, se eu desembestar no assunto Holmes, faço um livro! hahaha

6 de ago de 2009

Jerry Lee Lewis

Mais um post por culpa de um show que se aproxima. Já devem ter imaginado que me refiro ao show do Jerry Lee Lewis. Particularmente, Rockabilly é um dos meus gêneros preferidos (possivelmente até o meu preferido).

Tenho uma simpatia especial do Lewis, graças ao episódio que o levou preso pela segunda vez. Quer dizer, quem chega em Graceland para visitar Elvis, é barrado na porta pelos seguranças e diz a eles que está lá pra matar Elvis? Pois é...

Vamos lá. Lewis é inegavelmente o melhor pianista e mais ousado, que esse planeta já viu. Ficou conhecido pelas formas ‘exóticas’de tocar piano, tocava em pé, batia nas teclas, sentava nas coitadas, e principalmente, por tocar um piano em chamas (dava meus dois braços pra ter visto esse show!).

Como a maior parte dos cantores da época, Lewis começou cantando na igreja pentecostal.

Em 1950, ele foi expulso de uma escola por mal comportamento, e em 54, entrou no movimento, até então revolucionário e inaceitável, do rock and roll. Em 56, fez uma audição gravou seu primeiro album, com selo do Sun Studios (mesmo lugar onde meu amado Elvis começou), o qual pelo que me consta, não tinha nome, era ‘Jerry Lee Lewis’ mesmo.

No ano seguinte, ganhou fama internacional com o single Whole Lotta Shakin’ Goin’ On. Pouco depois, laçou sua música mais famosa, Great Balls On Fire. E o piano em chamas foi por essa época.

Em 58, sua fama afundou... Foi descoberto que alem de sua esposa ter 13 anos, e não 15 como ele dizia, ela era também prima em segundo grau de Lewis. Teve a tour pela Inglaterra interrompida, e enfrentou a ira de meio mundo, ao voltar para os Estados Unidos.
Só conseguiu começar a se reerguer, na Europa, no inicio dos anos 60. Em 64, lançou Live At The Star Club, Hamburg, album ao vivo (o nome já diz tudo), e então decidiu focar na música country. O single "Another Place, Another Time", foi um grande sucesso, mas nunca alcançou novamente o sucesso que já havia feito.

Felizmente, em 72, Lewis resolveu voltar para o rock, mas se manteve em ambos os gêneros.

Daí pra frente, a carreira dele estabilizou. Faz sucesso com fãs de clássicos, e é relativamente conhecido por suas loucuras.

E falando de Jerry Lee Lewis, não podemos ignorar algumas coisas como o quarteto Lewis-Presley-Cash-Perkins, no álbum ‘Class of 55’, gravado em dezembro de 56.

E artes da vida pessoal dele, como ter tido N esposas, perdido 2 filhos em acidentes (um afogado, outro em acidente de automobilístico), ter casado com a segunda esposa antes mesmo de separar da primeira (a primeira foi a que causou todo caos na vida e carreira dele). Sem falarmos de drogas e alcool... Mas bom, que grande artista dessa época não fazia parte desse mundo?

Ahh, recomendo o filme ‘Great Balls of Fire!’, de 89. É uma biográfia bem divertida, baseada num livro escrito pela primeira mulher dele. E o Dennis Quaid interpretando-o, é hilariante.



www.jerryleelewis.com